Energia solar em 2021 e a Geração Distribuída no Brasil

Repleto de oportunidades, 2021 chegou para aquecer o mercado e trazer novas projeções para o futuro que já se desenha.

Sabemos bem como 2020 foi intenso e repleto de desafios. Mas como um sopro necessário de mudanças, este novo ano chegou para aquecer o mercado e trazer novas projeções para o futuro. Então, quais são as perspectivas para a energia solar em 2021 e o que podemos esperar da Geração Distribuída no Brasil?

Um breve relato sobre o ano que passou indica que a escalada do dólar, em que a moeda acumulou ganho anual de quase 30%, teve um grande impacto no mercado de energia. Além disso, tivemos problemas com o fornecimento de polissilício, que é um componente chave na produção de painéis fotovoltaicos para a indústria solar.

Não podemos deixar de falar sobre a  pandemia da Covid-19, que deu o tom para muitas problemáticas. As dificuldades geradas por ela, no que tange o mercado de energia solar, envolvem a quebra no ritmo de fabricação e a baixa disponibilidade de transporte marítimo para distribuição de insumos e equipamentos.

Contudo, o setor se mostrou resiliente e muitas ações foram pautadas por um planejamento prévio, que garantiu o fluxo de entregas dos materiais. Como resultado, a capacidade instalada continuou crescendo e tivemos ótimos números no ano de 2020.

De acordo com a ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), a geração distribuída no Brasil ultrapassou a centralizada em 2020. Até outubro, a capacidade solar no país era de 7 GW, sendo mais de 4 GW somente na GD.

A partir deste panorama, o que podemos esperar da energia solar em 2021? 

Energia solar como aposta para o futuro

A energia solar está cada vez mais acessível. Em números, podemos destacar que, desde a década de 1970, por exemplo, seu preço já caiu 253 vezes. Isso é um reflexo da tecnologia fotovoltaica, que se aprimora constantemente para aumentar a qualidade da energia e reduzir custos de produção.

Além disso, a economia que um projeto de energia solar bem elaborado oferece é um grande ponto de interesse, seja para o consumidor residencial, empresas, indústrias ou para o agronegócio

Em janeiro de 2020, a implementação em larga escala do Acordo de Paris impulsionou o discurso sobre as fontes renováveis. Nesse cenário, a energia solar vem de encontro com todas as propostas de descarbonização do perímetro urbano, transformando-se em uma grande aliada em prol das cidades zero carbono.

Leia mais: Autoprodução de energia e os caminhos para o futuro

Olhares atentos para a Geração Distribuída

Do ponto de vista econômico, a Geração Distribuída é uma fonte progressiva de novos empregos e investidores, além de exibir uma rápida recuperação econômica e diversas oportunidades. Apenas em 2020, a GD solar do Brasil dobrou sua potência instalada – iniciamos o ano em 2 GW e finalizamos em 4 GW.

De acordo com Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, nos últimos sete anos, a GD solar apresentou um crescimento médio de 231% ao ano no Brasil, com geração de emprego, renda e atração de capital privado. 

Ou seja, a energia fotovoltaica apresenta um grande potencial para o país. Por isso, possui uma função estratégica nas ações de desenvolvimento econômico e sustentável, visto que ela:

  • Ajuda a diminuir o custo da energia elétrica da população;
  • Aumenta a competitividade das empresas e indústrias;
  • Aquece o mercado do agronegócio;
  • Desafoga o orçamento do poder público;
  • Ajuda a reduzir as emissões de carbono. 

Outro ponto que vai colaborar para aquecer ainda mais esse mercado é que, até o final de 2021, os equipamentos de energia solar terão seus impostos de importação zerados.

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Fabianne Falcão
Comunicóloga e entusiasta de energias renováveis e sustentabilidade.

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