Energia solar como solução para as mudanças climáticas

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O impacto das mudanças climáticas no meio ambiente é o assunto em evidência no cenário global. O desenvolvimento de uma cultura sustentável que preserve o planeta se faz urgente. E isso não seria diferente no setor de energia elétrica. Hoje, a matriz elétrica brasileira é sustentada em sua maioria pela geração hidrelétrica. No entanto, este […]

O impacto das mudanças climáticas no meio ambiente é o assunto em evidência no cenário global. O desenvolvimento de uma cultura sustentável que preserve o planeta se faz urgente. E isso não seria diferente no setor de energia elétrica.


Hoje, a matriz elétrica brasileira é sustentada em sua maioria pela geração hidrelétrica. No entanto, este tipo de geração vem enfrentando cada vez mais instabilidade, considerando as variações climáticas que afetam o número de chuvas ao longo dos anos, gerando crise hídrica e baixa no nível dos reservatórios.

Quando isso acontece, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aciona o Sistema Interligado Nacional (SIN) para remanejar energia entre as demais fontes do país. Esse sistema consiste em uma rede de malhas que engloba os sistemas de geração e distribuição de energia pelo país, apelando para o uso de termelétricas fósseis, consideradas mais poluentes ao planeta e mais caras, acionando as bandeiras tarifárias amarela e vermelha.

Considerando este fator, há que se reconhecer que a energia solar fotovoltaica é cada vez mais essencial para o desenvolvimento sustentável da matriz elétrica brasileira. Contribuindo para uma maior economia de água nos reservatórios e aliviando o custo para o consumidor geral, o que tornaria o Brasil cada vez mais limpo e sustentável.

Assim diz Rodrigo Sauaia, CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), que reforça o dever de diversificar cada vez mais a matriz elétrica no Brasil, deixando de contar com o “bom humor” das chuvas para evoluir a uma frequência elétrica consciente e certa para ser armazenada e utilizada.

Segundo o executivo, quanto mais energia renovável adicionarmos à matriz nacional, maior será a sua diversificação, aproveitando da alta irradiação solar no país, fazendo com que a geração de energia sobre nos períodos sem chuva, diminuindo a necessidade do uso de termelétricas. Ainda destacou a importância dessa sinergia entre as tecnologias solar e hídrica, diminuindo o risco da falta de suprimento e auxiliando a matriz energética operacionalmente de forma mais barata e menos poluente.

Tendo este cenário em vista, pode-se afirmar que a geração distribuída de energia fotovoltaica é o futuro da matriz elétrica brasileira. Trazendo benefícios para a economia nacional e para o planeta.

No próximo +Energia falaremos sobre estes impactos da GD na matriz nacional, e convidamos você a participar desta conversa. Acesse abaixo e inscreva-se.

Autor: Raphael Fernandes

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